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MAKTUB é uma palavra em árabe que significa “já estava escrito” ou “tinha que acontecer”. Esta palavra é considerada um sinônimo de “destino”, porque expressa alguma coisa que estava predestinada ou um acontecimento que já estava “escrito nas estrelas”. Neste caso, apesar de possuirmos o livre arbítrio, as coisas que acontecem já estavam destinadas a acontecer.

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Me desculpe, eu sempre quero falar com você. Sinto muito quando demora muito para responder, eu fico triste. Me desculpe se eu digo coisas que podem te chatear. Me desculpe se eu sair como irritante. Sinto muito se você não quer conversar comigo tanto quanto eu quero falar com você. Me desculpe se eu penso em você muito e muito frequentemente. Me desculpe se eu digo coisas insignificantes. Me desculpe se eu te falar sobre meu drama sem sentido. Me desculpe se eu sair como sendo pegajoso, mas é porque eu gosto de você
Anônimo.  (via textuador)
antipoetico
Sejamos adultos e vamos encarar os fatos: garotas sempre querem compromisso. Todas, pergunte aos hormônios. Algumas apenas não sabem disso ainda. Outras, pode ser que não hoje, esta tarde, mas num futuro concreto, sim, querem compromisso. Mesmo as que não admitem, querem compromisso. Pode ser que a intenção não se manifeste ao seu lado, mas certamente há um outro carinha na parada as deixando sonhadoras. Tudo bem, pouquíssimas não querem compromisso, no entanto topam numa boa serem desafiadas. Garotas não sabem ser solteiras aos domingos, e há domingos praticamente toda semana, coisa que as empurra para um relacionamento sério e duradouro.
Gabito Nunes.    (via antipoetico)
antipoetico
E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? E agora, você? Você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta? E agora, José? Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho. Já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode. A noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José?
Carlos Drummond de Andrade.     (via antipoetico)